La psicoterapia es política o no es psicoterapia

El enfoque centrado en la persona como una aventura esencialmente política

Autores/as

  • Peter Schmid Sigmund Freud University (SFU) Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.14940321

Palabras clave:

política, democracia, tendencia actualizante, personalización, diálogo

Resumen

Reflexionando sobre el estado actual del conocimiento de la terapia centrada en la persona y basado en la comprensión original de la política como consecuencia de una imagendel ser humano, este artículo sostiene y argumenta que una comprensión política (el contenido político, proceso político, forma u organización política) es esencialmente inherente al Enfoque Centrado en la Persona. Propone una confrontación de las posiciones políticas de las orientaciones psicoterapéuticas y subraya la postura democrática y emancipadora del Enfoque Centrado en la Persona. El artículo concluye con que necesitamos abrir un debate entre los diferentes enfoques de la persona transmitida en la sociedad y esbozar una forma política de ser para los terapeutas.

Biografía del autor/a

  • Peter Schmid, Sigmund Freud University (SFU)

    Sigmund Freud University (SFU), Vienna, Austria

Referencias

Albertini, L. B. (2011). As atitudes transferenciais e a ACP. Revista NUFEN, 3(1), 65-91. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912011000100005

Ales Bello, A. (2004). Introdução à fenomenologia. Bela Vista, SP: Edusc.

Ales Bello, A. (2006). Fenomenologia e ciências humanas: implicações éticas. Memorandum: memória e história em psicologia, 11, 28-34.

Andrade, C. C., & Holanda, A. F. (2010). Apontamentos sobre pesquisa qualitativa e pesquisa empírico-fenomenológica. Estudos de Psicologia, 27(2), 259-268.

Amatuzzi, M. M. (2009). Psicologia fenomenológica: uma aproximação teórica humanista. Estudos de Psicologia, 26(1), 93-100.

Bezerra, E. N., & Bezerra, M. E. S. (2012, dezembro). Aspectos humanistas, existenciais e fenomenológicos presentes na abordagem centrada na pessoa. Revista NUFEN, 4(2), 21-36. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912012000200004&lng=pt&nrm=iso

Boainain Jr., E. (1998). Tornar-se transpessoal: transcendência e espiritualidade na obra de Carl Rogers. Jaraguá, SP: Summus Editorial.

Branco, P. C. C., & Cirino, S. D. (2016, dezembro). Reflexões sobre a consciência na fenomenologia e na abordagem centrada na pessoa. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 9(2), 241-258. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-82202016000200007

Branco, P. C. C., & Cirino, S. D. (2017). Fenomenologia nas obras de Carl Rogers: apontamentos para o cenário brasileiro. Revista de Psicologia, 8(2), 44-52.

Branco, P. C. C., Vieira, E. M., Cirino, S. D., & Moreira, J. O. (2016). Influências da psicanálise neofreudiana na psicoterapia de Carl Rogers. Contextos Clínicos, 9(2), 279-289.

Campos, R. F. (2006, dezembro). Ética contemporânea: os anos 60 e o projeto de psicologia humanista. Epistemo-somática, 3(2), 242-262. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1980-20502006000200009

Dartigues, A. O. (1992). O que é a fenomenologia? Rio de Janeiro, RJ: Eldorado.

Ewald, A. P. (2008). Fenomenologia e existencialismo: articulando nexos, costurando sentidos. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 8(2), 149-165.

Farber, M. E. H. (2013). Os fundamentos de sua filosofia. Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies, 18(2), 235-245.

Gobbis, S. L., & Missel, S. T. (2002). Vocabulário e noções básicas da abordagem centrada na pessoa. São Paulo, SP: Vetor.

Goto, T. A. (2007). A (re)constituição da psicologia fenomenológica em Edmund Husserl. Tese de doutorado, Centro de Ciências da Vida, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas.

Goto, T. A. (2014). Introdução à psicologia fenomenológica: a nova psicologia de Edmund Husserl. São Paulo, SP: Editora Paulus.

Holanda, A. (1994, outubro). Repensando as fases do pensamento de Rogers. In Fórum Ibero-Americano da Abordagem Centrada na Pessoa, Maragogi, AL, VII. Recuperado de https://apacp.org.br/diversos/artigos/repensando-as-fases-do-pensamento-de-rogers/

Holanda, A. (1999). Fenomenologia, psicoterapia e psicologia humanista. Estudos de Psicologia, 14(2), 33-46.

Holanda, A. (2009, agosto). A perspectiva de Carl Rogers acerca da resposta reflexa. Revista NUFEN, 1(1), 40-59. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912009000100004&lng=pt&nrm=iso

Martins, J., Boemer, M. R., & Ferraz, C. A. (1990). A fenomenologia como alternativa metodológica para pesquisa: algumas considerações. Revista Escola de Enfermagem da USP, 24(1), 139-147. Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-62341990000100139&script=sci_abstract&lng=pt

Moreira, V. (2010). Possíveis contribuições de Husserl e Heidegger para a clínica fenomenológica. Psicologia em Estudo, 15(4).

Moreira, V. (2010). Revisitando as fases da abordagem centrada na pessoa. Estudos de Psicologia, 27(4), 537-544.

Moreira, V., & Torres, R. B. (2013). Empatia e redução fenomenológica: possível contribuição ao pensamento de Rogers. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 65(2), 181-197.

Pagès, M. (1976). Orientação não-diretiva em psicoterapia e em psicologia social. Rio de Janeiro, RJ: Forense-Universitária / São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.

Peres, S. P. (2017). Psicologismo e psicologia em Edmund Husserl. Aoristo – International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics, 2(1), 63-84.

Rudio, F. V. (1975). Orientação não-diretiva: na educação, no aconselhamento e na psicoterapia. Petrópolis, RJ: Vozes.

Rogers, C. R., & Kinget, G. Marian. (1975). Psicoterapia e relações humanas: teoria e prática da terapia não diretiva (Vols. 1–2). Belo Horizonte, MG: Interlivros.

Rogers, C. R. (1973). Psicoterapia e consulta psicológica (M. C. Ferreira, trad.). Santos, SP: Livraria Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1942).

Rogers, C. R. (1939/1979). O tratamento clínico da criança-problema. São Paulo, SP: Martins Fontes.

Rogers, C. R. (1977/2001). Sobre o poder pessoal (4ª ed.). São Paulo, SP: Martins Fontes.

Rogers, C. R. (1951/1975). A terapia centrada no cliente (1ª ed.). São Paulo, SP: Martins Fontes.

Rogers, C. R. (1961/2009). Tornar-se pessoa (6ª ed.). São Paulo, SP: Martins Fontes.

Wood, J. K., Rogers, C. R., & O’Hara, M. M. (1983). Em busca de vida: da terapia centrada no cliente à abordagem centrada na pessoa (2ª ed.). Jaraguá, SP: Summus Editorial.

Descargas

Publicado

2020-03-15

Cómo citar

La psicoterapia es política o no es psicoterapia: El enfoque centrado en la persona como una aventura esencialmente política. (2020). Espacio ECP, 1(1), 35-48. https://doi.org/10.5281/zenodo.14940321