La psicoterapia es política o no es psicoterapia
El enfoque centrado en la persona como una aventura esencialmente política
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.14940321Palabras clave:
política, democracia, tendencia actualizante, personalización, diálogoResumen
Reflexionando sobre el estado actual del conocimiento de la terapia centrada en la persona y basado en la comprensión original de la política como consecuencia de una imagendel ser humano, este artículo sostiene y argumenta que una comprensión política (el contenido político, proceso político, forma u organización política) es esencialmente inherente al Enfoque Centrado en la Persona. Propone una confrontación de las posiciones políticas de las orientaciones psicoterapéuticas y subraya la postura democrática y emancipadora del Enfoque Centrado en la Persona. El artículo concluye con que necesitamos abrir un debate entre los diferentes enfoques de la persona transmitida en la sociedad y esbozar una forma política de ser para los terapeutas.
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