ECP y Fenomenología

aproximaciones entre comprensión empática y reducción fenomenológica; no dirección y epoché

Autores

  • Thais Nogueria Autor
  • Lucas Albertoni Autor

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.14940187

Palavras-chave:

Enfoque Centrado en La Persona (ECP), Fenomenología, Fenómeno, Postura, Actitud

Resumo

Este artículo tiene como objetivo demonstrar las aproximaciones existentes entre los pares de conceptos de no-dirección y comprensión empática; epoché y reducción fenomenológica. Son frecuentes las asociaciones entre la fenomenología y el Enfoque Centrado en la Persona (ECP), pero se ha hecho necesario verificar, por medio de una revisión bibliográfica, si los conceptos colocados por Carl Rogers y Edmund Husserl realmente poseen similitudes. La epoché y la no-dirección son posturas de suspensión de juicios que el investigador fenomenológico y el terapeuta rogeriano, respectivamente, deben presentar cuando están frente a un fenómeno. La comprensión empática y la reducción fenomenológica son actitudes señaladas por Rogers y Husserl como aquellas que permiten acceder a las esencias de los fenómenos y a los sentidos de los contenidos expresados. Puede concluirse que, aunque fortuita y no intencionalmente, los referidos conceptos clave para el ECP y para la Fenomenología se articulan de manera correspondiente, y, luego, tienen semejanzas y aproximaciones.

Biografia do Autor

  • Lucas Albertoni

    Terapia & Psicologia, Belo Horizonte, Brasil

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Publicado

2020-03-15

Como Citar

ECP y Fenomenología: aproximaciones entre comprensión empática y reducción fenomenológica; no dirección y epoché. (2020). Espacio ECP, 1(1), 15-27. https://doi.org/10.5281/zenodo.14940187